Medicina domiciliária no Porto

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João Espírito Santo, médico dentista portuense, descobriu um método que o aproximou das necessidades dos pacientes. Este jovem especialista criou condições para ir até à casa do doente e administrar tratamentos especializados. “Surge da premência de reabilitar a saúde oral em doentes acamados e com problemas de locomoção, muitas vezes idosos que precisam do nosso apoio, enquanto prestadores de cuidados”, frisou João Epírito Santo.

Da Foz do Douro para onde for preciso, a equipa da Medical Art Center parte, pelo menos uma vez por dia, rumo a casa de um paciente. Dão apoio na saúde oral e ainda uma palavra amiga a quem está só, cansado e imobilizado. “Não concebo estar aqui sentado à espera que me entrem pela porta, quando sei que há necessidades que não estão a ser colmatadas. É praticamente nosso dever irmos mais além, mesmo porque se prevê que em 2020, Portugal terá mais de 50 por cento de população acima dos 40 anos. Temos pacientes geriátricos aos pontapés e não os valorizamos”, frisa o médico dentista.

O serviço domiciliário nasce como apoio à infra-estrutura base da clínica e porque os pacientes assim o quiseram. O que começou por ser um serviço de ambulância, que incluía uma consulta superficial em casa e o transporte para a clínica, intrincou-se-se para a montagem de um consultório móvel, apetrechado com os devidos aparelhos. Os tratamentos possíveis são alargados e vão desde “próteses, formação e informação de técnicas de higiene oral, tratamento de cáries, reabilitação protéticas à excepção da prótese fixa”, enumera Espírito Santo. Para já, esta mais-valia da Medical Art Center não se acresce de custos para os pacientes, mas o futuro exigirá, com certeza materiais mais avançados e até intervenções mais invasivas. “Sempre no sentido do bem-estar dos doentes”, conclui o responsável pela clínica dentária.

 

Texto integral na edição 31 da Revista DentalPro

 

10 Novembro, 2010
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