Desenvolvido processo de bioimpressão na Austrália

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O Instituto Menzies, da Universidade de Griffith, Austrália, está a desenvolver uma tecnologia de bioimpressão, que possibilita tratamentos alternativos para perda dentária e regeneração de tecidos.

Saso Ivanovski, docente naquele estabelecimento de ensino, liderou a investigação de cinco anos, cuja base está na utilização das células do próprio paciente para conceber outras novas, de forma indolor.

A extração possibilita criar células ideais que incluem todos os componentes necessários para reconstruir de forma exata o osso ou tecido gengival.

O processo reside na tomografia computadorizada na região afetada, cujo resultado seria encaminhado para uma bioimpressora 3D, algo que pode ser realizado em qualquer centro de saúde regional.

O projeto foi financiado com 650 mil dólares para prolongar a pesquisa em três anos, mas, no final deste ano ou início do próximo, começarão os ensaios pré-clínicos.

 

18 Abril, 2016
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