Utrade quer liderar a transformação do setor em Portugal
Num mercado europeu de medicina dentária em rápida evolução, onde a tecnologia e a personalização dos serviços estão a redefinir o futuro das clínicas e laboratórios, Portugal começa a destacar-se pela ambição de empresas que reinventam a forma de servir profissionais e pacientes. A Utrade é uma dessas protagonistas. Sob a liderança de António Sousa, a empresa prepara-se para dar um salto estratégico: de fornecedora de equipamentos médicos a parceira tecnológica e de confiança, unindo inovação digital, serviços premium e uma cultura de proximidade que há quase duas décadas sustenta o seu sucesso. Nesta conversa, o CEO da Utrade explica como a empresa quer liderar a transformação do setor e consolidar a sua posição como referência nacional em saúde oral.
Quais são as principais forças e desafios do mercado de medicina dentária em Portugal e na Europa?
O mercado de medicina dentária na Europa poderá crescer 30% até 2030 e enfrenta oportunidades significativas e desafios altamente competitivos, pelo que, para consolidar uma posição como referência em equipamentos e dispositivos médicos para saúde oral, é imperativo um reposicionamento estratégico, rumo a soluções de alto valor acrescentado e ecossistemas integrados.
O futuro do setor dentário pertence a quem oferecer ecossistemas tecnológicos completos e serviços de alto valor acrescentado. A Utrade tem como visão a sua consolidação como referência em Portugal, transitando de fornecedor de equipamentos para parceiro estratégico, combinando soluções digitais, serviços premium, modelos comerciais flexíveis e forte compliance.
Como é que a transformação digital está a alterar as expectativas do mercado e o papel dos fornecedores como a Utrade?
A transformação digital está a redefinir as regras do mercado por soluções integradas, de maior eficiência, sustentabilidade e personalização, enquanto desafia empresas como a Utrade a adaptar os seus modelos de negócio e serviços às novas realidades do setor. Estas mudanças são boas, fazem-nos sair da zona de conforto mas, não só aumentam a competitividade, como também melhoram o serviço e satisfação do cliente, impulsionando a melhoria contínua e a inovação na oferta de produtos e serviços.
Entrevista completa na DentalPro 189.
30 Junho, 2026
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