Smile.up: Oscar Salamanca em entrevista

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A Smile.up abriu a 9 de outubro um novo espaço em Ermesinde e aproveitámos a ocasião para falar com Oscar Salamanca, o CEO do grupo. Uns dias depois deslocámo-nos à sede da empresa, localizada na cidade do Porto. Para além das instalações e de alguns membros da equipa, ficámos a conhecer melhor a pessoa que lidera aquela que é considerada a maior rede de clínicas dentárias do país.

A Smile.up celebra 10 anos em 2021. Como foi a evolução da empresa durante esta década?

A Smile.up cresceu muito rapidamente entre 2011 e 2013, o que obrigou a um processo de reestruturação entre 2014/16, após o qual reiniciámos a expansão da rede que atualmente conta com 53 unidades, todas em Portugal. Até ao final do ano, vamos abrir mais quatro, em Beja, Torres Novas, Leiria e Almada. E, em 2021, o objetivo é chegar às cerca de 75 clínicas.

De que forma se tem adaptado a Smile.up a este período de pandemia que atravessamos?

Tal como aconteceu com a maior parte das empresas do setor, a Covid-19 veio acelerar os processos de digitalização que já estavam em marcha. O nosso principal projeto nesse sentido assenta no desenvolvimento do CRM – Customer Relationship Management, pois o maior trunfo de qualquer empresa é a sua base de dados. Desde há três anos que colocamos o foco total no paciente, pois defendo que temos que ser diferenciados pelo acompanhamento que prestamos ao paciente. Por exemplo, fazemos o “paciente mistério” a cada três meses em todas as nossas clínicas, um acompanhamento que se traduziu em vários projetos de melhoria: projeto de laboratório, de material, de telemarketing, de CRM, etc.. Portanto, durante o período de confinamento trabalhámos muito no CRM e estamos agora a começar a sua implementação. Ainda estamos na fase de laboração, é um projeto feito por etapas. Penso que este projeto vai mudar muito a forma como prestamos serviços aos nossos pacientes, porque vai conseguir reunir as necessidades de cada um de uma forma muito mais alargada, sem estarmos dependentes apenas dos vários intermediários. Todas as empresas estão dependentes das pessoas, é certo, mas quando queremos controlar a qualidade de um serviço, numa rede tão alargada de clínicas, precisamos da tecnologia.

Entrevista completa numa das próximas edições da DentalPro.

4 Novembro, 2020
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