Caso Clínico BTI: Implantes curtos e extracurtos em setores posteriores maxilares

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O caso clínico “Implantes curtos e extracurtos em setores posteriores maxilares (6,5 e 7,5 mm de comprimento) reabilitados de forma unitária através de transepitelial UNIT – Série de casos”, é da autoria de Eduardo Anitua, diretor científico do BTI-Biotechnology Institute.

Atualmente, consideramos implantes curtos os implantes inferiores a 8,5 mm de comprimento, ainda que existam artigos científicos que aumentem estes valores até aos 10 mm, e extracurtos os implantes cujo comprimento é menor ou igual a 6,5 mm1-4. Os implantes curtos constituem mais uma das técnicas de reabilitação do maxilar atrófico que podemos considerar “rotineira”, sendo uma opção pouco invasiva e com valores de sobrevivência que rondam os 99%5,6.

A alternativa, que supõe a recuperação de parte do volume ósseo perdido através de enxertos e/ou técnicas regenerativas que posteriormente permitam a inserção de implantes de comprimento “convencional” e que precisam de um maior número de cirurgias aliado ao maior aumento na morbilidade dos pacientes, faz com que a escolha dos profissionais e dos pacientes seja cada vez mais voltada para as técnicas minimamente invasivas7-8.

Além disso, quando se compara a sobrevivência dos implantes curtos relativamente aos implantes de comprimento “convencional” com técnicas de aumento ósseo, os implantes curtos apresentam taxas superiores de sobrevivência e, por conseguinte, são considerados por diversos autores como uma opção terapêutica segura e previsível8-12.

Artigo completo na DentalPro 161.

7 Janeiro, 2022
Caso ClínicoMedicina dentária

 
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