Aceuropa convidou Aron Gonshor para o congresso OMD

Para uma plateia repleta, o cirurgião maxilo-facial canadiano desvendou as linhas que conduzem hoje os estudos na área da reabilitação oral. Uma visão inicial sobre a biologia e mesmo sobre os materiais que se aplicaram até aos dias de hoje levou os espectadores numa “viagem” sem precedentes pelas possibilidades abertas com os novos materiais. Segundo Aron Gonshor, o modo de tratar os pacientes será revolucionado com estas novidades. O consultor clínico sénior da Ace Surgical, que apoiou o desenvolvimento do sistema de implantes de superfície RBM da marca, falou do advento fabuloso da implantologia na vida da população mundial. Porém, o envelhecimento adjacente exalta o problema da retracção óssea e gengival.

O futuro é aqui

O especialista nomeou as novidades nos materiais que ditam, desde já, a mudança de paradigma nestes tratamentos. Entre eles os aloenxertos, xenoenxertos e os materiais sintéticos.

“O que proporcionamos hoje ao paciente era um sonho há cinco/dez anos e está a tornar-se realidade, aplicável ao nível do consultório privado. Porque o que precisamos na actualidade é de algo que se adeque aos bolsos dos pacientes, mas que também se possa disseminar. O problema da “falta de osso e tecidos moles tem proporções mundiais”, explicou Aron Gonshor. Para o futuro, as preocupações dos estudiosos na área focam-se já na manutenção do osso e dos tecidos numa fase mais precoce. Ou seja, ainda com a presença dos dentes nas mandíbulas. “Esta vertente nem sequer fazia parte da nossa imaginação há poucos anos e hoje está já em franco andamento”.

 

 

15 Dezembro, 2010
Atualidade

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